Se
nos voltarmos aos registros das eras mais primitivas
do ser humano, vamos verificar que a busca pela proteção
sempre fez parte da essência humana. Alguns pesquisadores
da psicologia dizem que os instintos de defesa do Homem
moderno são herança dos tempos nos quais,
para se proteger da chuva, do fogo, do frio, de animais
ferozes, das altas temperaturas, do inimigo, o
Homem saia a procura de abrigos seguros como cavernas,
àrvores, rochas, etc.
Milhares de anos se passaram, o ser humano
atravessou a história, resistiu a desastres naturais,
pestes, guerras e revoluções. Durante
anos, o Homem viveu da agricultura. No século
passado, conheceu a industrialiação. E
de duas décadas para cá, foi mergulhado
em uma era marcada pelo avanço acelerado da tecnologia
e da informação e o acirramento da competitividade
econômica.
Nessa nova era, catástrofes naturais, guerras
e a violência continuam nos noticiários.
No entanto, o desenvolvimento tecnológico e econômico
trouxe para o Homem moderno um novo conceito de proteção,
fundamentado na proteção dos seus bens.
Os consumidores tornaram-se mais exigentes e seletivos,
no que se refere à compra de produtos. A indústria
e os fabricantes, por uma questão de sobrevivência
no mercado, precisam zelar pela qualidade de seus produtos,
o que inclui padrões de durabilidade, funcionalidade,
eficiência, segurança e estética.
A indústria eletrônica é, indiscutivelmente,
uma das protagonistas da atual geração
tecnológica. Investimentos milionários
deste setor são empregados em pesquisa para o
desenvolvimento de novas tecnologias. E como não
poderia deixar de ser, todo e qualquer processo que
visa o crescimento da indústria eletrônica,
considera como fator primordial a questão da
proteção.
Os componentes eletrônicos são dispositivos
individuais com os quais são formados circuitos
e equipamentos eletrônicos. Com o advento da miniaturização,
não só os produtos eletrônicos tornaram-se
cada vez menores, como seus componentes foram obrigados
a se aglomerarem de forma mais compacta, entre os componentes
e peças formadoras de circuitos eletrônicos,
impressos e integrados.
Embora o avanço das tecnologias de circuitos
tenha atribuido aos componentes eletrônicos considerável
resistencibilidade, além alta confiabilidade
e estabilidade de funcionamento, a indústria
eletrônica não abriu mão de buscar
soluções para a proteção
dos componentes. Somado a isso, tornou-se vital que
além bem alojar resistores, capacitores, transístores,
diodos, placas, ventiladores, fios e outos componentes,
os equipamentos eletrônicos precisariam adotar
padrões estéticos e ergonômicos
positivos e diferenciados.
Nesse sentido, a matéria prima plástica
surgiu como um importante elemento de proteção,
estética e ergonomia, para os componenstes eletrônicos.
Caixas Plásticas e Gabinetes plásticos
tornaram-se abrigos confortáveis, resistentes
e personalizados às diversas exigências
e tendências da indústria eletrônica.
Com os projetos criados em parceria com os fabricantes
de peças plásticas, a indústria
eletrônica está desenvolvendo produtos
que ocupam menos espaços em mesas e estantes,
sem que as questões de refrigeração
e de capacidade de processamento dos componentes e circuitos
sejam comprometidas. Além disso, o plático
permite a produção de equipamentos com
tecnologia sofisticada resistentes, inclusive, às
ações do meio ambiente.
A solução do plástico é
também ideal para o usuário. O plástico
é significativamente resistente ao aquecimento
e, ao contrário do metal, por exemplo, elimina
o risco de choques elétricos. Alem disso, o plástico
permite a produção de equipamentos com
designs atraentes, em diversas cores e ergonômicos.
Na
trajetória história da busca do homem
por proteção e qualidade, o plástico
conquista o seu lugar na era moderna. A indústria
eletrônica que o diga. |