Cada vez mais utilizado nos
setores industrial e tecnológico, o plástico
se consagra como a matéria prima amiga da economia
e do meio ambiente.
O plástico é uma matéria prima
inerte, ou seja, não é facilmente modificado
por ações químicas. Por isso,
é considerado uma substância atóxica.
Justamente por esta qualidade, o plástico passou
a ser amplamente utilizado em diversos segmentos.
Os plásticos embalam alimentos, bebidas e medicamentos.
Protegem a saúde, em aplicações
como seringas, bolsas para transfusão de sangue
e frascos para soro fisiológico.
Há casos em que os plásticos são
os únicos materiais adequados para um determinado
fim. Isso porque eles reúnem um número
de propriedades dificilmente encontradas em outros
materiais: são ótimos isolantes térmico-acústicos,
maus condutores de eletricidade, resistentes ao calor,
quimicamente inertes, leves, resistentes e flexíveis,
além de representarem excelente relação
custo/benefício.
A embalagem plástica protege os produtos, garante
a segurança alimentar, evita contaminação,
transmissão de doenças, proliferação
de insetos e roedores. Ao impedir a perda do produto,
evita o desperdício de tudo o que a sociedade
e o meio ambiente investiram para produzi-lo: energia,
recursos naturais, trabalho etc. Apesar de um uso
tão amplo, apenas 4% do petróleo extraído
- matéria prima com a qual o plástico
é fabricado - são destinados à
produção de plásticos.
Outra grande vantagem do plástico é
sua leveza, proporcionando grande economia no transporte
das mercadorias. As embalagens de plástico
descartadas reduzem o peso dos resíduos, diminuem
o custo de coleta e destinação final
e não apresentam riscos de manuseio.
Finalmente, uma das maiores vantagens dos plásticos
é que eles são aliados do meio ambiente.
Por sua atoxidade, não contaminam o lençol
freático, os rios e os oceanos. Além
disso, são 100% recicláveis.
O Brasil é um dos líderes mundiais na
reciclagem de plásticos. O país já
recicla 16,5% dos plásticos que são
descartados. Perde apenas para a Alemanha (31%), Estados
Unidos (21%) e Áustria (19,6%), mas ultrapassa
países como o Japão (15%), Austrália
(12,4%) e a União Européia (12,8%).
Fonte: Plastivida (2005)
Cabe à sociedade e às empresas que fabricam
produtos plásticos, estimularem a deposição
correta das embalagens após o uso e aumentar
o alcance da coleta seletiva.
Equipe Quickplast - 15 de setembro de 2005.
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